Elenco de Final Fantasy:
Centro de detenção nas Filipinas:
Lego:
Uma biblioteca na Autrália:
Um casamento:
Outro casamento (de improviso):
Mais um casamento!
O quê?! Mais um casamento:
Ok... chega de casamento. Concluí agora que deve ser uma tradição secular os noivos dançarem Thriller para terem sorte.
Darth Vader e rebeldes:
Estudantes desocupado:
Jake Shimabokuro!! (quem?)
Uma fanfarra em um estádio de futebol:
Lagartixas E Naomi Campbell:
Second Life:
World of Warcraft:
Canadenses:
Jennifer Garner e Mark Ruffalo:
Tá bom, só mais um de casamento:
Um autraliano:
Versão Boolywood (ou Caminho das Índias):
Soldado lá no Iraque:
Alguém capaz de tantas leituras deve ter a sua influência.
Os primeiros discos "de gente grande" q eu adquiri foram 'RPM Ao Vivo' e 'Bad'. Do primeiro vem essa queda por rock em ról. Do segundo, aprendi a não comprar as coisas por impulso para não se arrepender depois.
E a única promessa ainda vigente envolve eu percorrer muitos metros fazendo o moonwalk.
Que figura...
sábado, 27 de junho de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Relatório de férias (parte 3)
Quarta foi meu 31º dia de férias. Ou meu primeiro dia de trabalho.
E o incrível é que, ao adentrar o recinto laboral hoje, no mesmo horário, na mesma baia, na mesma mesa, na mesma cadeira, no mesmo computador, tudo era tão "o mesmo" que foi como se eu tivesse presenciado um clarão do Lost (*1)
Pois é, foi como se meu último dia de trabalho antes das férias tivesse sido ontem. A mesa estava intacta, exceto por alguns papéis a mais.

E para tentar afastar essa horrível sensação, vamos às estatísticas e dados que confirmam a existência das minhas férias:
Livros: não li nenhum completo. Shame on me. Mas li algumas parciais: O Livro Amarelo do Terminal de Vanessa Barbara e A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr.

Esportes: com o videogame aguardando ser levado para a oficina, fiquei no PC mesmo: comecei com Civilization 4 e suas expansões intercalando com Football Manager 2009 e acabei no SimCity4 porque esse jogo é infinito em replay e sobrenatural em expansividade graças a Simtropolis e SC4 Devotion. Lógico que tentei rodar GTA4 e Mirrors Edge, mas sem chance pois o PC não aguenta. Se vale considerar nesta categoria, caminhei bastante a toa e no último dia fui arremessar umas bolas na quadra da recém inaugurada praça na Cardoso de Almeida com a Doutor Arnaldo: quem quiser, é só aparecer.

Museus: Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, Pinacoteca do Estado, Museu de Zoologia
Cinema: pfff..
Televisão: Alienação total. A 5ª Temporada de Lost começou na primeira semana das férias. E ainda tiveram Fringe, Heroes, The Big Bang Theory e a descoberta - shame on me again! - The Office. Há tempos que eu queria acompanhar este seriado e, finalmente resolvi encará-la começando pela versão americana. O problema é que eu gostei tanto que estou com receio de ver a versão original britânica.
Outros: muito bom passear pela Liberdade e levar um bentô para casa. Muito bom ir à biblioteca da Henrique Schaumann no meio da tarde para ler o jornal e algumas revistas. Muito bom ir ali comprar uns picolés. Muito bom ficar na internet. Muito bom fazer hamburguers caseiros. Muito melhor ficar com a pequena.
Viagens: dos 4 fins de semana, em três fui para Sumaré e em um recebemos visitas.
Atividades domésticas: Instalei os varais (depois de um ano e quatro meses morando aqui), coloquei uns ganchinhos para pendurar toalhas, escovas de limpeza e recipiente para lixo reciclável.
É, acho que tive férias sim.
*1 [explicando: os clarões no seriado Lost são uma novidade da quinta temporada e quando acontecem, os afetados são deslocados no tempo, mas não no espaço.]
E o incrível é que, ao adentrar o recinto laboral hoje, no mesmo horário, na mesma baia, na mesma mesa, na mesma cadeira, no mesmo computador, tudo era tão "o mesmo" que foi como se eu tivesse presenciado um clarão do Lost (*1)
Pois é, foi como se meu último dia de trabalho antes das férias tivesse sido ontem. A mesa estava intacta, exceto por alguns papéis a mais.

E para tentar afastar essa horrível sensação, vamos às estatísticas e dados que confirmam a existência das minhas férias:
Livros: não li nenhum completo. Shame on me. Mas li algumas parciais: O Livro Amarelo do Terminal de Vanessa Barbara e A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr.

Esportes: com o videogame aguardando ser levado para a oficina, fiquei no PC mesmo: comecei com Civilization 4 e suas expansões intercalando com Football Manager 2009 e acabei no SimCity4 porque esse jogo é infinito em replay e sobrenatural em expansividade graças a Simtropolis e SC4 Devotion. Lógico que tentei rodar GTA4 e Mirrors Edge, mas sem chance pois o PC não aguenta. Se vale considerar nesta categoria, caminhei bastante a toa e no último dia fui arremessar umas bolas na quadra da recém inaugurada praça na Cardoso de Almeida com a Doutor Arnaldo: quem quiser, é só aparecer.

Museus: Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, Pinacoteca do Estado, Museu de Zoologia
Cinema: pfff..
Televisão: Alienação total. A 5ª Temporada de Lost começou na primeira semana das férias. E ainda tiveram Fringe, Heroes, The Big Bang Theory e a descoberta - shame on me again! - The Office. Há tempos que eu queria acompanhar este seriado e, finalmente resolvi encará-la começando pela versão americana. O problema é que eu gostei tanto que estou com receio de ver a versão original britânica.
Outros: muito bom passear pela Liberdade e levar um bentô para casa. Muito bom ir à biblioteca da Henrique Schaumann no meio da tarde para ler o jornal e algumas revistas. Muito bom ir ali comprar uns picolés. Muito bom ficar na internet. Muito bom fazer hamburguers caseiros. Muito melhor ficar com a pequena.
Viagens: dos 4 fins de semana, em três fui para Sumaré e em um recebemos visitas.
Atividades domésticas: Instalei os varais (depois de um ano e quatro meses morando aqui), coloquei uns ganchinhos para pendurar toalhas, escovas de limpeza e recipiente para lixo reciclável.
É, acho que tive férias sim.
*1 [explicando: os clarões no seriado Lost são uma novidade da quinta temporada e quando acontecem, os afetados são deslocados no tempo, mas não no espaço.]
no metrô

Acabei de abrir a caixa de email e vi que a Natura havia divulgado os resultados de 2008 há cerca de 1 hora e, inclusive, havia enviado um relatório mais detalhado.
Cabe aqui explicar que eu recebo estes informativos porque eu acho legal. É bom saber onde colocar o dinheiro, ainda mais quando em troca você recebe não creminhos e shampoos, e sim dividendos e juros sobre capital próprio.
Enfim, o relatório é cheio de texto com muitos números e pouquíssimas figuras - boring - mas uma informação bacana despertou a atenção. Vejam só:
O crescimento do mercado alvo de cosméticos, fragrâncias e produtos de higiene pessoal, de acordo com os dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal (Sipatesp/Abihpec), foi de 24,6% no 5º bimestre de 2008, em comparação com o 5º bimestre de 2007. Descontado o IPCA5 do período, o crescimento real foi de 17,1%.
Em tempos de crise, é um dado ótimo, principalmente quando se tem que pegar o metrô lotado todos os dias no horário do rush matutino e vespertino.
Pior que o mané que vai descer na Estação Tucuruvi e fica paradão na frente da porta do vagão desde a Estação Vergueiro, é a ausência de produtos de higiene pessoal.
Por um breve período (30 dias para ser exato) eu deixei de saber o que era isso. Hoje tudo isso voltou.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
O Cavaleiro das Trevas da Vila Prudente
Quando eu proponho um happy hour cuja programação seria sair da São Paulo downtown e chegar a um Shopping lá na Vila Prudente em 20 minutos...
20 minutos incrivelmente suficientes para: agregar os envolvidos - inclusive os atrasadinhos -; marcar o ponto de saída na catraca do trabalho (daí o leitor já conclui que eram por volta das 18h, também conhecido como hora do pesadelo paulistano); correr para o metrô ignorando alguns cumprimentos de conhecidos do trabalho, percorrer uma estação, baldear literalmente correndo para outro meio de transporte, no caso o trem; atravessar um canal, adentrar ao recinto, subir escadas rolantes, bilheterias, última chance para um sanitário.

[retomando]... em 20 minutos, para assistir ao Batman, o Cavaleiro das Trevas na semana de estréia, todo mundo reclama. Agora, quando o Marcelo Tas diz...
Blog do Tas
20 minutos incrivelmente suficientes para: agregar os envolvidos - inclusive os atrasadinhos -; marcar o ponto de saída na catraca do trabalho (daí o leitor já conclui que eram por volta das 18h, também conhecido como hora do pesadelo paulistano); correr para o metrô ignorando alguns cumprimentos de conhecidos do trabalho, percorrer uma estação, baldear literalmente correndo para outro meio de transporte, no caso o trem; atravessar um canal, adentrar ao recinto, subir escadas rolantes, bilheterias, última chance para um sanitário.

[retomando]... em 20 minutos, para assistir ao Batman, o Cavaleiro das Trevas na semana de estréia, todo mundo reclama. Agora, quando o Marcelo Tas diz...
Blog do Tas
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Ano do galo
Só eu fiquei impressionado como isso?


Era dia 9 de fevereiro, o último dia das comemorações do ano novo chinês. E os inventores dos fogos de artifício se depararam com um arquiteto holandês.
E esse é (ou era) um hotel estiloso, anexo à sede da CCTV ou China Central Television, que foi projetado, bem como todo o complexo da CCTV, pelo escritório OMA - Office for Metropolitan Architecture - cujo sócio mais conhecido é o arquiteto Rem Koolhaas.
Se uma maquete que eu tivesse feito pegasse fogo eu já ficaria bastante chocado, imagina isso.


Era dia 9 de fevereiro, o último dia das comemorações do ano novo chinês. E os inventores dos fogos de artifício se depararam com um arquiteto holandês.
E esse é (ou era) um hotel estiloso, anexo à sede da CCTV ou China Central Television, que foi projetado, bem como todo o complexo da CCTV, pelo escritório OMA - Office for Metropolitan Architecture - cujo sócio mais conhecido é o arquiteto Rem Koolhaas.
Se uma maquete que eu tivesse feito pegasse fogo eu já ficaria bastante chocado, imagina isso.
literatura recomendada
As férias estão acabando e acho que o programa que eu mais fiz foi andar por livrarias.
Ora por interesse próprio ou interesse coletivo ou por interesse da pequena, para ver revistas, para tomar café, para encontrar com alguém, para aproveitar e ver os videogames e computadores da Apple (na Fnac, óbvio), para quase comprar (de novo) um caderninho Moleskine (na Livraria Cultura tem!)... e ora porque estava no caminho, então por que não?
Tá parecendo que eu gosto de livrarias...
Enfim, numa dessas andanças achei esse aqui:

E evidentemente lembrei-me de algumas pessoas!
Este 'Caderno de Rabiscos para Adultos Entediados no Trabalho' é ótimo! Tem atividades para vários níveisintelectuais então todos ficarão satisfeitos. Só não tive tempo de terminar o "ligue os ponto" mentalmente.
Agora a minha vontade é comprar vários e guardá-los para serem úteis em momentos apropriados.
Ora por interesse próprio ou interesse coletivo ou por interesse da pequena, para ver revistas, para tomar café, para encontrar com alguém, para aproveitar e ver os videogames e computadores da Apple (na Fnac, óbvio), para quase comprar (de novo) um caderninho Moleskine (na Livraria Cultura tem!)... e ora porque estava no caminho, então por que não?
Tá parecendo que eu gosto de livrarias...
Enfim, numa dessas andanças achei esse aqui:

E evidentemente lembrei-me de algumas pessoas!
Este 'Caderno de Rabiscos para Adultos Entediados no Trabalho' é ótimo! Tem atividades para vários níveis
Agora a minha vontade é comprar vários e guardá-los para serem úteis em momentos apropriados.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Bilhões com 'b'

Em 1980, quando a série de televisão Cosmos foi ao ar pela primeira vez, as pessoas estavam preparadas para os bilhões. Meros milhões tinham se tornado um pouco dimunutos, fora de moda, mesquinhos. Na realidade, as duas palavras têm um som tão parecido que é preciso fazer um grande esforço para distingui-las. É por isso que, em Cosmos, eu pronunciava "bilhões" com um "b" bastante explosivo, o que algumas pessoas tomaram por um sotaque idiossincrático ou defeito de fala. A alternativa, proposta pioneiramente por comentadores de TV - dizer 'É bilhões com b' - , parecia mais incômoda.
Sagan, Carl. Bilhões e Bilhões. Página 13. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
Até antes de ter contato (ah-ha! trocadilho!) com este texto, eu ficava bastante incomodado todas as vezes em que o William Bonner falava bilhões - com o 'b' explosivo. Agora, interpreto como uma homenagem a Carl Sagan.
Heh... agora vocês também vão reparar nisso e provavelmente ficarão incomodados também!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Relatório de férias (parte 2)
17º dia de férias e, por enquanto, tudo bem!
Os dias começam a passar rápido, bem mais rápidos que na primeira semana. Mas consegui fazer algumas coisas:

Fui para o interior, duas vezes.
Não parece o céu de Springfield?
Quase fui para a praia.
Fui ao...

É bem legalzinho, mas uma visita empolgada ou algumas poucas mais dispersas e não há mais muita coisa para se ver. Fiquei impressionado com a produção, mas faltou conteúdo. Muita coisa lá é conteúdo específico feito para o museu, outra parte é reprodução. Faltaram aquelas peças raras, as relíquias históricas, a Jules Rimet, uma escalação da seleção com jogadores que jogam no Brasil, a concha acústica do Pacaembu, a camisa de treino do Romário (usada, é claro), a grana da MSI...
Sei lá, acho que de autêntico mesmo, só uma camiseta canarinho.
Outra coisa, sabem essa área de exposição que sempre aparece nas reportagens, com pilares circundados por milhares de monitores de LCD parecendo a Bolsa de Nova York? Então...

Na verdade são milhares de fotos translúcidas retro-iluminadas. Monitores mesmo são só alguns... hehe! E nem ficam girando!
Enfim, estou lendo, escrevendo, fuçando na internet, tendo algumas idéias, aprendendo novas habilidades, assistindo a seriados, jogando videogames e passeando pelo bairro.
Os dias começam a passar rápido, bem mais rápidos que na primeira semana. Mas consegui fazer algumas coisas:

foto: Márcio
Fui para o interior, duas vezes.
Não parece o céu de Springfield?
Quase fui para a praia.
Fui ao...

foto: Márcio
É bem legalzinho, mas uma visita empolgada ou algumas poucas mais dispersas e não há mais muita coisa para se ver. Fiquei impressionado com a produção, mas faltou conteúdo. Muita coisa lá é conteúdo específico feito para o museu, outra parte é reprodução. Faltaram aquelas peças raras, as relíquias históricas, a Jules Rimet, uma escalação da seleção com jogadores que jogam no Brasil, a concha acústica do Pacaembu, a camisa de treino do Romário (usada, é claro), a grana da MSI...
Sei lá, acho que de autêntico mesmo, só uma camiseta canarinho.
Outra coisa, sabem essa área de exposição que sempre aparece nas reportagens, com pilares circundados por milhares de monitores de LCD parecendo a Bolsa de Nova York? Então...

foto: Márcio
Na verdade são milhares de fotos translúcidas retro-iluminadas. Monitores mesmo são só alguns... hehe! E nem ficam girando!
Enfim, estou lendo, escrevendo, fuçando na internet, tendo algumas idéias, aprendendo novas habilidades, assistindo a seriados, jogando videogames e passeando pelo bairro.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Obama strikes again!
Agora sim esse Obama ganhou uns pontos comigo.

A fala acima foi dita em uma coletiva sobre a primeira grande reunião do gabinete de governo.
E qual foi a reação da imprensa: silêncio.

E tem mais!

Aí teve o Secretário de Defesa Robert Gates puxando conversa falando sobre Spawn e tomou:

E ainda a Secretária de Estado Hillary Clinton dizendo que logo serão um time de Super-Homens e Mulheres-Maravilhas.

(e eu que costumava desgostar das analogias futebolísticas do nosso presidente...)

Quando digo ao meu gabinete que conseguir o apoio bipartidário é exatamente como quando Conan chama Taurus para ajudá-lo a roubar a jóia de Yara, eles precisam entender o que eu estou dizendo.
A fala acima foi dita em uma coletiva sobre a primeira grande reunião do gabinete de governo.
E qual foi a reação da imprensa: silêncio.

...porque uma aranha gigante está protegendo uma sala repleta de jóias preciosas, exatamente como o congresso está protegendo... God, how are you people not seeing this?
E tem mais!

Como posso dirigir efetivamente esta nação quando Holder (procurador geral Eric Holder) precisa parar a reunião para perguntar o que a estória onde Taurus usa a pólvora negra de lótus para matar cinco leões-guarda tem a ver com aumentar a banda das conexões de internet pelo país"
Aí teve o Secretário de Defesa Robert Gates puxando conversa falando sobre Spawn e tomou:

Há! Nesta administração ninguém gosta de Spawn!
E ainda a Secretária de Estado Hillary Clinton dizendo que logo serão um time de Super-Homens e Mulheres-Maravilhas.

Mulher-Maravilha!? Não é nem da Marvel! Who are you people?!
(e eu que costumava desgostar das analogias futebolísticas do nosso presidente...)
fonte: Jovem Nerd; The Onion
sábado, 31 de janeiro de 2009
Time after time...
Como os eventuais leitores podem não saber, há uma ligeira diferença de idade entre o nosso estimado Blogmaster e eu. Algo como um mandato presidencial, um intervalo de Olimpíadas ou de Copas do Mundo, pouco mais que o tempo entre o lançamento de um blockbuster hollywoodiano e a sua 1ª ou 2ª sequência, ou seja, meros quatro anos.
Motivo frequente e persistente de longas discussões, ácidas, inofensivas e indispensáveis provocações mútuas.
Essa irrisória diferença se manifesta especialmente em referências de cultura pop e claro, tecnologia.
Enquanto alguns filmes de cinema, programas de televisão e músicas eu conheci no seu lançamento, o Blogmaster as conheceu quase como referência histórica, vendo a sessão da tarde, vídeo locadoras (ele é de antes do DVD também, como eu), em coletâneas como "o melhor ... dos anos 80" e coisas assim.
Já assuntos tecnológicos ele e nossos amigos seus contemporâneos sabem coisas que eu nem sabia que se podia saber sobre elas. O uso do computador para mim está numa fase entre o pós máquina de escrever e o álbum de fotos high tech.
Acho até que a capacidade de compreender as possibilidades tecnológicas me falta. É só perguntar para ele das discussões sobre fones de ouvido e mp3players.
Do tópico abaixo sobre gerações de playstation e etc eu só joguei o telejogo (era da minha irmã mais velha, mas mesmo assim...)!!! Tá certo que eu ainda não peguei o gosto pelos jogos de computador, mas mesmo assim é uma defasagem e tanto.
A vontade de escrever isso tudo veio outro dia quando fui ler um blog brasileiro de Cyndi Lauper (é, eu gosto, e daí?). A menina dona do blog estava comentando sobre como gostou dos shows do fim do ano passado, que de fato foram muito legais, e eu me lembrei que eu gostei deste show de 2008, fui ao show de 1994 e gostei muito, fui ao show de 1989 e gostei muito mais ainda. Aí fui ver quem era a autora do blog pra conversar alguma coisa e vejo que a menina nasceu em 1990!!! Eu me senti como aqueles caras que falam do festival de Woodstock, Tom e Vinícius, Tropicália e não sei o que mais, e que estavam lá ao vivo.
Eu costumava brincar com o pessoal um pouco mais velho perguntando onde eles estavam quando o homem pisou na Lua (eu nem estava em projeto ainda...).
Pois é, o tempo não para, pra ninguém...
(e a propósito, o rascunho deste post eu fiz a lápis, hahaha)
Motivo frequente e persistente de longas discussões, ácidas, inofensivas e indispensáveis provocações mútuas.
Essa irrisória diferença se manifesta especialmente em referências de cultura pop e claro, tecnologia.
Enquanto alguns filmes de cinema, programas de televisão e músicas eu conheci no seu lançamento, o Blogmaster as conheceu quase como referência histórica, vendo a sessão da tarde, vídeo locadoras (ele é de antes do DVD também, como eu), em coletâneas como "o melhor ... dos anos 80" e coisas assim.
Já assuntos tecnológicos ele e nossos amigos seus contemporâneos sabem coisas que eu nem sabia que se podia saber sobre elas. O uso do computador para mim está numa fase entre o pós máquina de escrever e o álbum de fotos high tech.
Acho até que a capacidade de compreender as possibilidades tecnológicas me falta. É só perguntar para ele das discussões sobre fones de ouvido e mp3players.
Do tópico abaixo sobre gerações de playstation e etc eu só joguei o telejogo (era da minha irmã mais velha, mas mesmo assim...)!!! Tá certo que eu ainda não peguei o gosto pelos jogos de computador, mas mesmo assim é uma defasagem e tanto.
A vontade de escrever isso tudo veio outro dia quando fui ler um blog brasileiro de Cyndi Lauper (é, eu gosto, e daí?). A menina dona do blog estava comentando sobre como gostou dos shows do fim do ano passado, que de fato foram muito legais, e eu me lembrei que eu gostei deste show de 2008, fui ao show de 1994 e gostei muito, fui ao show de 1989 e gostei muito mais ainda. Aí fui ver quem era a autora do blog pra conversar alguma coisa e vejo que a menina nasceu em 1990!!! Eu me senti como aqueles caras que falam do festival de Woodstock, Tom e Vinícius, Tropicália e não sei o que mais, e que estavam lá ao vivo.
Eu costumava brincar com o pessoal um pouco mais velho perguntando onde eles estavam quando o homem pisou na Lua (eu nem estava em projeto ainda...).
Pois é, o tempo não para, pra ninguém...
(e a propósito, o rascunho deste post eu fiz a lápis, hahaha)
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